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Oi pessoal,quanto tempo!"bom,assim acabaras a grande estada de um honroso guerreiro nesse mundo"entenderes?vo vaza,mas num se preucupem!Eu irei embora,mas entrara mais um na area,o endereço é:
http://deathanubis.blogspot.com/
vlw por td e por todos q entraram no meu blog e flw!
::Por Roronoa Zoro
- 6:31 PM
Ola,como num tenho de util pra spostar vou postar algo inutil msm,kkkkk
Bom,a saga acabou e hj vo ver oq eu fiz de bom,apesar q como so pequeno la,mas td bem,tchau!(num disse q era coisa inutil?)
::Por Roronoa Zoro
- 2:57 PM
Ferias,finalmente,eu talvez infelizmente?Num tem nd basicamente pra faze,snem sei se vo viaja,como sempre ocorre,so meu pai q é sortuda q em julho vai pra europa e talvez em 2005 va pra china,ele vai a trabalho,mas de qualquer jeito é um sortudo do cassete!Por enquanto fico aki vendo tv,video game,magic e td mais,acho q vou num campeonato de yugioh,mas sem cards falsos meu deck é uma merda,mas fazer oq,num aceita card falsos,so me resta tentar conseguir card bonss,um dos,meu deck ate q é bom,mas num é otimo,mas vou tentar,eu e aquela garotas estamos num momento meio na corda bamba,ja q eu magoei ela e ela me magou,mas fizemos as pazes,talvez futuramente role alguma coisa....mas hj tbm vou postar um lenda japonesa
A lenda dos nobres Animais Signos - Parte 1
Texto e desenhos: Claudio Seto
Consta nos anais da Zenchikyô (seita Zenchi), com base na mitologia japonesa de origem Shintô, que o Zenchi no Mikoto, o Deus da Graça Divina, era a divindadez que coordenava as ações da “Roda do Destino da Humanidade”. Essa roda era composta por doze deuses e cada ano um deles regia o destino dos seres viventes na terra. Os doze deuses porém não tinham a paciência de esperar durante onze longos anos até que chegasse novamente sua vez de reger a terra. Assim como Zenchi no Mikoto e todos outros deuses da mitologia japonesa, os doze deuses dos signos moravam em Takama no Hara (Alta Planície Celeste) e gostavam de visitar Ashi Hara no Mizuho no Kuni (País dos Juncos e dos Campos das Espigas de Arroz – Hoje Japão) para reinar toda terra. Por isso os deuses viviam brigando entre eles porque todos os anos alguém queria vir no lugar de outro e nenhum deus podia vir à terra sem a autorização de Amaterassu Omikami, a Augusta Deusa Sol.
Houve também casos em que após o período anual de regência, os deuses não retornavam a Alta Planície Celeste (Takamá no Hara), abdicando de sua imortalidade, fixavam residência definitiva no País dos Campos das Espigas de Arroz. Isso acontecia porque, a terra era cheia de imprevistos e aventuras enquanto que a perfeita vida da Planície Celeste não oferecia os desafios que os deuses tanto amavam.
Zenchi no Mikoto resolveu então que deixaria a regência do ano por conta dos animais que viviam na terra e que de alguma forma contribuíam para o bem da humanidade. Pediu então a Ame no Wakahiko no Mikoto1, ou Jovem Divindade Celeste - que naquele ano estava residindo temporariamente na Terra, a serviço da deusa Amaterassu - que reunisse no próximo dia de Ano Novo, doze animais mais interessantes da Terra, no topo no Monte Fuji. Estes seriam condecorados com o título de Nobres Animais Signos e receberiam o direito de participar efetivamente do destino da humanidade.
Wakahiko convidou então o rato, o gato, o boi, o tigre, o coelho, o dragão, a serpente, a cabra, o macaco, o galo e o cachorro, pedindo que todos comparecessem sem falta no dia e local marcado. O rato ficou muito feliz com o convite e foi contar imediatamente para seu amigo gato. O gato estava muito orgulhoso de ter sido convidado, mas, ao mesmo tempo, preocupado pois temia perder a hora por causa de seu hábito dorminhoco. Fez então o rato prometer que o acordaria antes do nascer do sol, o primeiro sol do novo ano.
Apesar da euforia geral, na véspera de Ano Novo, enquanto o Coelho fazia motitsuki ou seja, socava o arroz glutinoso no pilão para fazer moti (bolinho da sorte) que levaria de lanche na subida ao Monte Fuji, Rato começou a imaginar que ele poderia ficar de fora do título de nobreza, pois em comparação com o gato, não passava de um insignificante animal. Seu amigo gato tinha o andar garboso, postura nobre, pêlos brilhantes e incrível agilidade. Pensando que com todos esses requisitos receberia todos os elogios do deus Zenchi no Mikoto, o rato resolveu que deixaria o bichano dormindo assim eliminaria um concorrente e poderia garantir sua vaga ao título de nobreza.
As sete horas da manhã do primeiro dia do Ano Novo, todos estavam enfileirados para o shiki (ritual) e receberam com reverência o Primeiro Sol do Ano. O deus Zenchi no Mikoto, com trajes brilhantes, barba e cabelos brancos e compridos, uma figura imponente e admirável, desceu do céu montado num cavalo alado e observou minuciosamente todos os animais. Logo notou que só tinha onze animais mesmo incluindo o seu cavalo e não doze conforme havia pedido. A esse respeito interrogou o guerreiro Wakahiko que por sua vez percebeu a ausência do gato e saiu atrás do primeiro animal que encontrasse pela frente para trazer ao topo do Monte Fuji.
Continua...
O deus-guerreiro descia em direção à aldeia e deparou-se com um javali. O animal assustado com o arco e flecha da divindade saiu correndo em direção do topo do Monte Fuji. Quando fugia esbaforido, o javali chegou onde outros animais estavam reunidos e juntou-se a eles para se esconder. Enquanto isso, o rato temendo passar despercebido pelo seu pequeno tamanho, subiu nas costas do boi e começou a tocar uma flauta para chamar a atenção. Realmente Zenchi no Mikoto ficou encantado com esse animal invulgar que apesar de ser o menor de todos deu o primeiro lugar na “Roda do Destino”. Diplomado o rato recebeu um tamá - bola de cristal espiritual que pertenceu a Ninigui no Mikoto , (Divino Neto Celeste) e que contém as características do signo - e um lindo traje em seda pura. Assim condecorado passou a ser chamado de o Nobre Rato. Depois Zenchi no Mikoto deu a segunda colocação ao boi, que apesar de grande e forte se mostrou generoso dei xando o rato montar em suas costas. O boi recebeu o tamá que pertenceu ao deus Tachi-kara-o no Kami, (Deus da Força Física) e igualmente um rico traje em seda pura, passando a ser chamado de o Nobre Boi.
O valentia do tigre valeu-lhea terceira colocação, que recebeu o diploma de Nobre Tigre, o traje e o tamá que pertenceu a Takehaya Suzano-o no Mikoto (Rebelde Deus Tempestade). O coelho por seu pêlo branco e fino ficou com o quarto lugar. Recebeu igualmente o traje de seda, o tamá que per-tenceu a Ookuni Nushi no Mikoto (Divindade Grande Mestre da Terra), e a diplomação de Nobre Coelho. O dragão com seu poder de comandar as águas ficou em quinto, recebeu o traje de seda, o tamá que pertenceu a Shiyo-zushi no Kami (Divindade das Águas e do Mar) e condecorado com o título de Nobre Dragão. A serpente ficou em sexto lugar devido a sua pele brilhante e o corpo sinuoso. Recebeu a honraria de Nobre Serpente, o traje de seda pura e o tamá que pertenceu a divindade Kami Mussubi no Kami. O cavalo em sétimo por causa de seu porte elegante, recebeu o traje de seda pura, a bola de cristal contendo as características do signo que pertencia a divindade Hachiman Kami (Deus da Guerra), e foi outorgado com o título de Nobre Cavalo. A cabra ficou com a oitava colocação por causa de seus chifres fortes. Como os outros recebeu o luxuoso traje, o tamá de Tsukiyomi no Mikoto (Deus Lua) e o diploma de Nobre Cabra. O macaco pela agilidade e esperteza ficou com o nono lugar. Por ser o mais parecido com os humanos recebeu a bola de cristal de Amaterassu Omikami (Augusta Deusa Sol), o traje e o título de Nobre Macaco. O galo que tinha penas bonitas ficou com o décimo lugar. Recebeu o tamá que pertenceu Ayakashikome no Kami (Deus da Admirável Perfeição), o traje de seda e o título de Nobre Galo. O Cachorro vigilante e protetor ficou com o décimo primeiro lugar. Como os demais, recebeu o traje de seda, o título de Nobre Cachorro e o tamá que pertenceu a Kuni-no Tokotachi no Kami (Deus Eternamente Residente na Terra). Por fim, o javali que chegou ofegante (por isso até hoje tem a respiração forte) ficou com o décimo segundo lugar em reconhecimento ao seu esforço. Assim este animal, ingenua-mente recebeu o título de Nobre Javali, sem mesmo saber o que estava acontecendo. Terminado a cerimônia onde todos receberam a sagrada bola de cristal contendo as característica dos signos, trajes finos em seda pura e o título de nobreza, o gato chegou correndo. Implorou a divindade Wakahiko que deixasse falar com o deus Zenchi no Mikoto, porém era tarde demais. Zenchi já tinha retornado a Alta Planície Celeste. Quando o gato viu o Nobre Rato todo chique e no primeiro lugar da fila, atirou-se sobre ele com intenção de acabar com sua raça, por não tê-lo acordado conforme prometera. É por isso que, ainda hoje, gatos e ratos não conseguem ser amigos.
::Por Roronoa Zoro
- 9:27 AM
::Por Roronoa Zoro
- 2:44 PM
Oi pessoal!Bom,hj irei postar a lenda do jovem momotaro,no qual sainda de um pessego se mostrou um grande guerreiro,mas vou deixar pra vcs lerem a historia,e esse texto foi retirado do site Nippo Brasil ponto com ponto br
Momotarô - Parte 1
Adaptação livre de Claudio Seto
Há muitos, muitos, muitos e muitos anos antes das pessoas pensarem em inseminação artificial, bebê de proveta e clonagem de ovelha, no Japão, um casal de velhinhos ao tentar fatiar um enorme pêssego para saborear até o caroço, surpreendido constatou que no lugar da semente, havia uma criança humana de sexo masculino, forte e sadia. Embora o objetivo inicial desse fenômeno não fosse exatamente o que se prega agora, atualmente os clones desse lendário garotinho são usados na tevê japonesa, em comerciais de iogurtes, fortificantes e vitaminas.
Tudo começou quando o velhinho foi à floresta cortar lenhas e a velhinha lavar roupas no riacho. De repente um som estranho que fazia “donburakô, donburakô, donburakô” chamou a atenção da anciã. Ao levantar a cabeça, ela viu um objeto-estranho-não-identificado flutuando correnteza a baixo. Como a tal coisa estava longe da margem, a velhinha começou a cantarolar uma canção-simpatia usada no Japão para atrair vaga-lumes: Ati no mizu wa karai yô / koti no mizu wa amai yô... (A água de lá é salgada, a água de cá é doce...). Logo ela percebeu que se tratava de um enorme pêssego.
Para provar que fruta também gosta de música, o pessegão veio rolando, rolando, rolando em direção da velhinha - donburakô, donburakô, donburakô (isso é uma onomatopéia nipônica, não confundir com Don Buraco, essa é uma outra história). A anciã mais que depressa o apanhou o pêssego. Como era muito grande precisou carregá-lo com enorme esforço para casa.
Tão logo o velhinho retornou da floresta, os dois resolveram saborear a enorme fruta. O achado iria garantir o rango (goran de trás pra frente) de uma semana. Quando o velhinho pegou a faca para cortar o pêssego, a fruta dividiu-se em duas partes e, de dentro dela um garotão pelado, abriu os braços para a fama da carreira lendária que estava para começar. Era um lindo e saudável menino, tipo bebê Jonhson de olhos puxadinhos.
A velhinha e o velhinho ficaram pasmos com aquela angelical presença e sentiram-se extremamente felizes, pois não tinham filhos, e consideraram o baixinho uma dádiva dos kami (deuses).
O menino recebeu o nome de Momotarô, porque Momo significa pêssego e Taro é um nome popular entre meninos japoneses. A criança foi tratada com muito carinho pelos bons velhinhos e crescia à olhos vistos. Cada tigela de kibi (milhete - uma espécie de milho de grão miúdo) que comia, tornava maior na mesma proporção. Sendo um comilão assumido e como tudo que comia era revertido em crescimento, logo tornou-se um robusto menino, cuja força não encontrava páreo na vizinhança.
Naquela época, contavam que surgiu numa das ilhas de Setonaikai (Mar de Seto) seres demoníacos que os japoneses chamavam de oni. Esses indivíduos saqueavam as aldeias próximas e raptavam as donzelas, causando temor e sofrimento ao povo da região. Como os oni eram grandes, fortes e impiedosos, além da aparências medonhas, com peles vermelhas e outras cores mais, os aldeões ficavam apavorados só de pensarem que de uma hora para outra, eles invadiriam suas casas. Os moradores locais, não tinham coragem de combatê-los com medo de levar uma boa chifrada, pois os tais demônios eram dotados de belos par de cornos nas cabeças louras e cacheadas.
Certo dia, Momotarô ajoelhou-se polidamente à frente dos anciões e inclinou a cabeça em profundo respeito e pediu: “Quero ir a Onigashima (Ilha dos oni) para acabar de vez com os demônios que tanto atemorizavam o povo. Por favor, deixem-me ir”. Os velhinhos ficaram preocupados com medo que acontecesse algo ao filho, porém, como este tinha idéia fixa e insistia tanto que acabaram concordando, afinal “o ideal de salvar o povo era algo nobre e irrecusável”.
A velhinha preparou uma porção de bolinhos de milhete (kibidangô), e colocou na bolsa de Momotarô, para ele levar de lanche na épica viagem. Momotarô em traje impecável partiu animado sob muitas recomendações dos preocupados velhinhos...
Momotarô - Parte 2
Adaptação livre de Claudio Seto
Depois de surgir de um pêssego, Momotarô cresceu e se tornou um robusto menino, cuja força não encontrava páreo na vizinhança. Naquela época, contavam que surgiu numa das ilhas do Mar de Seto seres demoníacos que os japoneses chamavam de Oni. Esses indivíduos saqueavam e raptavam as donzelas, causando temor e sofrimento ao povo da região.
Sensibilizado com o sofrimento dos velhinhos, ele se prontificou para ir enfrentá-los. A velhinha preparou uma porção de bolinhos de milhete (kibidango) para ele levar de lanche na épica viagem. Logo depois, Momotarô partiu para sua aventura.
Logo na saída da aldeia, Momotarô encontrou um cachorro que cheirando a bolsa, latiu cantando mais ou menos assim:
Momotarô-san, Momotarô-san,
okoshi ni tsuketa kibidangô,
watashi-ni shitotsu kurenai ka?
É incrível porque no Japão, até os cachorros cantam em japonês ! Trocando em miúdos, o cão pediu, cantando, um bolinho de milhete e Momotarô atendeu-o na condição de que o cachorro o acompanhasse na captura dos demônios. Essa condição era imposta porque Momotarô considerava os kibidango que sua mãe fazia, modéstia à parte, os melhores do Japão. Aliás, na história toda, ele faz um comercial danado dos kibidango da sua mãe, respondendo, cantando, a cada bicho que encontrava pelo caminho. Assim, os dois seguiram a jornada e depararam mais na frente com um faisão, que fez o mesmo pedido do cachorro. Momotarô concordou prontamente, exigindo que a ave se juntasse a eles na jornada. Os três encontraram depois com um macaco, que também concordou em ajudar Momotaro em troca de um bolinho. Estava formado o Grupo Caça Demônios comandado pelo garoto que nasceu do pêssego.
De barco chegaram à ilha e deram de cara com um grande portão rodeado por uma enorme muralha de pedras. Momotarô bateu com o cabo de sua espada, exigindo que os oni que estavam de sentinela, abrissem imediatamente o portão. Os sentinelas ficaram surpresos, pois até então ninguém se atrevera a desembarcar naquela malfadada ilha. Os oni começaram a imaginar que deveria ser alguém muito forte para tal ousadia. Nisso o faisão sobrevoou a muralha e num vôo rasante atacou os guardas, que fugiram apavorados para dentro do forte. O macaco por sua vez escalou o muro, pulou para dentro e abriu o portão, permitindo a entrada de Momotarô e do cachorro.
No centro do forte, Momotarô encontrou os oni em meio a uma barulhenta festança, bêbados feito gambá.
- Ouçam, disse o valente jovem. Eu sou Momotaro, o que come kibidangô e vim para puní-los pelos tormentos que vocês tem infringido aos meus compatriotas!
A frase era uma senha de ataque, do tipo “torá, torá, torá !”, assim o cão, o macaco e o faisão lançaram-se num ataque quase suicida (kamiquase), sobre os mostrengos embriagados. Momotarô e seus amigos possuíam agora, cada um, a força de mil homens, pois haviam comido “os melhores bolinhos de milhete do Japão”, o famoso Nippon iti no kibidangô. Conforme os japoneses, mais eficiente que o espinafre do Popeye.
O faisão bicava cabeças e os olhos dos demônios, enquanto o macaco lhes arranhava as costas e mordia as orelhas tal qual Mike Tyson. O cachorro, por sua vez, dava generosas e insaciáveis dentadas nas pernas e nádegas dos oni. Confusos os demônios etilicamente cambaliantes, corriam de um lado para outro e o palco de guerra virou literalmente um pandemônio. Momotarô enfrentava bravamente com sua espada, os bastões e machados, as armas preferidas dos onis (não confundir com ovnis). Depois travou uma luta corporal com o chefe deles, após cortar com sua lâmina o cabo do machado, graças à sua força kibidangoniana, imobilizou o adversário com a cara no chão. Vendo o chefe derrotado, todos os onis se renderam.
O chefe ajoelhou-se à frente de Momotaro e chorando pediu clemência: Oh! Grande comedor de kibidangô, imploro que poupe minha vida ! Nunca mais voltaremos a molestar os seres nipônicos! E mais, todo tesouro que tenho aqui reunido é seu. Toma e leva !
Diante dessa proposta irrecusável, Momotaro balançou a cabeça concordando e poupou a vida dos demônios. O chefe ordenou então, que seus guerreiros retirassem do depósito todas as relíquias que tinha roubado dos japoneses e entregassem ao menino herói. A seguir Momotarô lotou uma carroça de relíquias e triunfante pôs-se a caminho de casa. Foi uma cena tão pomposa quanto os melhores The End das grandes produções hollywoodianas. Ganharam o caminho de volta, com o cachorro e o faisão puxando e o macaco empurrando o rico veículo, enquanto Momotarô, abanando um leque, gritava em grande performance: washoi, washoi, washoi!
Contam até hoje, que depois deste memorável dia, os onis nunca mais incomodaram o povo da região de Seto Naikai (Mar Interior de Seto).
::Por Roronoa Zoro
- 7:15 AM
::Por Roronoa Zoro
- 12:20 PM
::Por Roronoa Zoro
- 8:24 AM

